domingo, 26 de maio de 2013

Maravida – Gonzaguinha


Ontem Amor à Vida completou a 1ª semana no ar e já é um sucesso.

Ainda é cedo pra dizer se será um sucesso como Avenida Brasil, Senhora do Destino, Celebridade e outras, mas o fato é que a novela de estreia de Walcir Carrasco no horário nobre, já está no topo do assunto nas mídias sociais.

Confesso que tinha um pé atrás com a novela. Achei que seria uma historinha com um “Q” de Manoel Carlos, e me surpreendi com a direção, edição e principalmente FOTOGRAFIA!

A trilha sonora da novela é tão boa quanto o roteiro e direção. O que me deixa triste é PORQUE NÃO COLOCAR O PRÓPRIO GONZAGUINHA NA ABERTURA??

Tenha até algumas teorias. A primeira delas é que Daniel, ao contrário de Gonzaguinha, fala com um público bem maior. Outra é o fato do sertanejo ser um dos jurados do programa “The Voice Brasil”, que também é da rede globo. O fato é que no twitter, sempre acontece uma grande manifestação contra a voz de Daniel.

Já chegaram a fazer uma montagem com a voz de Maria Bethânia, mas mesmo com a grande interpretação de Bethânia, ainda acho que Gonzaguinha é Gonzaguinha e ele sim seria uma ótima escolha para a abertura.

Hoje com toda a tecnologia que existe nos dias de hoje, cadê a gravadora remasterizando a versão de Gonzaguinha para a abertura da novela?

O fato é que Amor À Vida começou como um sucesso. Ainda não dá pra dizer se é  por causa da história ou se é pelo fato de ter vindo logo após a Salve Jorge, que foi mais que crucificada, principalmente nas mídias sociais, mas isso não importa. O que importa é que mais uma vez vamos acompanhar uma grande obra de entretenimento no horários das vinte e uma horas.


"Quero no meu peito repleto
De tudo que possa abraçar"

sábado, 25 de maio de 2013

Despedida - Roberto Carlos


A vida é feita de ciclos e essa semana se encerrou um deles.

Na próxima terça-feira eu completaria um ano na Beltrano Digital. Uma produtora de vídeos que trabalha no paralelo à Fulano Filmes, mas graças a uma proposta mais que irrecusável escolhi mudar o meu caminho.

Ontem foi o meu último dia nesse ciclo. Durante esses onze meses e vinte e seis dias, aprendi coisas que vou levar pra minha vida.

Agora vou ficar um pouco mais tranquilo, já que vou trabalhar pouco com publicidade. O vídeos corporativos que me aguardem! Rsrsrs

Por falar em ciclos, tem um que aparentemente também se encerrou. Na real, não é bem um ciclo, mas uma amizade. Ou algo que eu achava que era uma amizade. E tudo por uma besteira. (bom, pelo menos eu achei uma besteira!)

Ao mesmo tempo que tendo entender, tento aceitar. O que está bem difícil. Não acredito que o fato de eu não querer tomar café da manhã, sair da padaria e ir pra casa, seja motivo suficiente para ter que acabar com uma amizade, ter o telefone deletado, ser bloqueado no facebook, foursquare, instarg.am, e etc...

Mas a vida continua. Vivi anos sem nem saber que o, agora, ex-amigo existia e não é agora que a minha vida vai acabar.

Só sinto muito por tudo. Mais uma vez me sinto como uma pessoa que não consegue acrescentar em nada na vida de um amigo. Isso é o que me mata, mas enfim... The show most go on!

E por falar em show... esse final de semana não tem Virada Cultural não?? Hahahahah – Não! Mas nesse domingo dia 26, tem show da Vanessa Da Mata no Parque da Juventude, cantando Tom Jobim. Quem sabe...


"Só me resta agora dizer adeus,
E depois o meu caminho seguir..."

sexta-feira, 24 de maio de 2013

Todo se transforma – Jorge Drexler

Eu tinha acabado de entrar na Faculdade quando houve um show do Paulinho Moska no auditório, promovido para rádio. Quase no final do show, Moska começou a contar a história da próxima música que ia cantar.

Contou como conheceu um cantor uruguaio e se apaixonou por uma letra dele. Em seguida, Moska tocou as primeiras notas no violão e em seguida começou a cantar A Idade do Céu.

No final do show, ali na porta do auditório uma barraquinha vendia o novo CD e eu logo tratei de ir comprar e aproveitando que também era aluno de Rádio e TV, tratei logo de levar o cd pra ele autografar.
Ainda na fila, ouvi uma conversa dele com um professor falando um pouco mais daquele cantor que era seu amigo e chegou até a fazer uma participação em seu cd com a música “Dos Colores: Blanco y Negro”.

Depois de ouvir novamente A Idade do Céu e conhecer Dos Colores, fui atrás de conhecer esse cantor e pronto, nasceu mais um fã.

Anos passaram e graças a uma mudança de agenda, Jorge Drexler foi chamado para encerrar a Virada Cultural do último final de semana. Ao mesmo tempo em que fiquei muito feliz por isso, fiquei desesperado, pois sabia que não ia conseguir assisti-lo. Bom, talvez eu pegasse o finalzinho do show se eu corresse assim que acabasse o show da Fafá de Belém no Largo do Arouche.

Fafá fez um show maravilhoso e ao acabar, não tive nem forçar para correr até à Estação Júlio Prestes. Perdi o show do Drexler, mas ganhei um show que foi tomado por grandes emoções no Arouche.

Bom, só me resta aguardar uma outra vinda do Drexler ao Brasil, ou quem sabe não o assisto em algum show pela Espanha, né??

"Tu boca roja en la mía, 
La copa que gira en mi mano, 
Y mientras el vino caía"

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Retrovisor – Céu

Era meados de 2006 quando ouvi pela primeira vez uma menina mulher de voz rouca, letras açucaradas e com um arranjo que me deixou vidrado com aquela Malemolência.

Meses depois, a Lenda do príncipe que vira sapo, foi parar na trilha sonora da novela “Pé na Jaca”. Dalí em diante foi só sucesso.

No teatro do SESC Pompéia, eu acompanhei a gravação do programa Bem Brasil da TV Cultura com a Céu. A presença de palco daquela menina mulher rouca de dança sexy era demais.

Outros shows vieram. Vieram também um novo CD, novas músicas, outros sucessos...

Às dezesseis horas do último domingo, durante a Virada Cultural, Céu se apresentou em um novo palco. Um palco na 25 de Março que era dedicados a jovens nomes da MPB.

Mesmo com o aplicativo do celular me avisando sobre o show, achei arriscado ir pra lá e perder a apresentação da veterana Fafá de Belém, que tive o grande prazer da minha vida de conhecê-la pessoalmente e ver o qual maravilhosa é aquela mulher. Não tinha como eu sair do Largo do Arouche.

Mesmo na vontade de correr até a 25 de março, poder ter assistido ao show da Fafá de Belém foi mais que um prazer. Foi um presente!

“Não sei bem se foi eu que me enganei
Ou foi você que me iludiu”

quarta-feira, 22 de maio de 2013

Faz Uó – Banda Uó

Acho que já estou numa idade que não aguento mais virar na Virada Cultural. Nas primeiras edições, eu só ia pra casa quando acabava o último show. No ano passado e nesse tive que dar uma dormidinha no meio da madruga. Rsrs...

Fui pra casa por volta das três horas da manhã. Queria estar descansado para os shows que eu tinha programado para o domingo. Mesmo com muita vontade de continuar no largo do Arouche (que como eu já disse, pra mim era o melhor palco desse ano), me rendi ao sono e as dores lombares.

Tudo o que eu queria era aguentar um pouco mais, já que às cinco da manhã a Banda Uó entraria no palco. (e eu tenho certeza que a galera se amarrou no show).

Os dois grandes sucessos da banda estariam na boca da galera com certeza. Deve ter sido demais, mas o meu sono estava me matando. Fiz Uó no décimo sono! Rsrsrsrs... Agora é esperar o próximo show pra conferir de perto o grupo e fazer a "coreô" bem na frente do palco!

"Já me preparei pra noite toda
Agora é hora eu vou atacar"

terça-feira, 21 de maio de 2013

Ah se não fosse o amor – Lirinha

Ainda me lembro muito do Cordel do Fogo Encantado e mesmo já tendo visto um show solo do Lirinha, estava super disposto a ir até à 25 de março para assistir ao show “Lira”.

Tá tudo certo, o App da Virada já tinha me avisado do show e eu já estava mega animado. O Show do Magal acabou um pouco antes de 0h30 e em seguida ia rolar Kaoma. Como minha mãe não estava muito bem, fui com ela em casa. Eu estava quase me convencendo a ir até o Sesc Consolação para ver Dj Dolores e mais uma banda que minha amiga disse que ia ser super legal.

Estava indo tudo muito bem, até que por preguiça, desisti de ir até o Sesc. Graças a essa preguiça vivi para ver o largo do Arouche LOTADO e cantando “Chorando se foi quem um dia só me fez chorar”.

Como ainda tinha tempo, resolvi dar uma volta pelo centro e dar uma olhada no que estava acontecendo no Vale do Anhangabaú, XV de Novembro, Paissandu e etc... Ao voltar para o Largo do Arouche, fiquei pensando que devia ter ficado ali na 25, já que estava tão perto.

Mais uma vez fui vencido pela preguiça e acabei indo pra casa. Mesmo com a vontade de ver Lirinha, pensei que ainda teria um Domingo inteiro pela frente.

“Chamei você, mas você não veio
Eu entendi que era normal nada pessoal”

segunda-feira, 20 de maio de 2013

Folhetim – Gal Costa


Vinte e quatro horas é pouco se você for levar em conta 25 palcos com 900 atrações. É bem difícil conseguir se dividir e assistir a tudo o que se quer. Na minha programação priorizei os shows e intervenções o que logo de cara já descartei as pistas de música eletrônica e os teatros. Mesmo assim, muita coisa ficou de fora da minha programação graças aos horários e distância dos palcos.

Do Viaduto do Chá, era possível assistir aos irmãos Fratelli atravessar pendurados em cabos de aço, do prédio da Prefeitura para o Shopping Light. Foi sensacional. Um pouco antes acompanhei o inicio dos cortejos de maracatu, afoxé e etc.

Dalí corri para pegar o finalzinho do show do “Raça Negra” na República e  valeu a pena. Voltei à infância quando cheguei na República e ouvi o coro de “Cheia a manias, toda dengosa, menina bonita, sabe que é gostosa...”. Saí dali para uma volta e fui parar no Largo do Arouche.

Com uma roupa escura, várias tatuagens no braço e de bota no pé, Luiz Caldas me fez perder o show da Gal.

Ainda não sei se foi melhor eu ter ficado ali e ouvido sucessos que me faziam dançar, ou seu era eu ter corrido para a Julio Prestes e ter ouvido os grandes sucessos da voz doce e suave de Gal Costa.

"E eu te farei as vontades 
 Direi meias verdades sempre à meia luz..."